Juros baixo no Brasil, abre o apetite dos investidores para oportunidades no exterior

Para o investidor fazer seus investimentos no exterior é preciso ter alguns cuidados como por exemplo, a variação da moeda estrangeira, a escolha da gestora,  e principalmente conhecer as regras e a legislação do país onde pretende aplicar. A queda de juros no Brasil tem levado cada vez mais  investidores a olhar para fora das fronteiras em busca de retornos maiores e diversificação de riscos. Sem deixar o país, é possível acessar um cardápio de produtos que inclui títulos de outros países e ações de setores com pouca representação na Bolsa brasileira, como tecnologia. A redução dos juros força o investidor a repensar sua carteira e a comparar seus objetivos de longo prazo com o potencial de retorno que suas aplicações oferecem. Está havendo um aumento considerável de aplicações nos fundos de Multimercados que aplicam não só em renda fixa com investimentos no exterior viram sua captação crescer consideravelmente nos últimos meses. Além dos fatores financeiro, os investidores brasileiros tentam reduzir a exposição ao risco político local, ainda mais com as incertezas sobre as eleições do ano que vem. Os fundos são o veículo mais acessível para quem quer incluir ativos estrangeiros nos seus investimentos. Produtos para pequenos investidores pode ter até 20% de investimentos no exterior. Esses fundos compram cotas de fundos negociados em outros países. E é esse fator que faz com que o cardápio para o investidor brasileiro seja mais diversificado. Portanto, antes de tomar qualquer decisão é preciso avaliar taxa de performance, e taxa de administração e composição da carteira.

Incluir ativos estrangeiros no portfólio requer pesquisa e orientação. O que fazer? primeiro passo é encontrar a corretora ou banco pelo qual pretende investir no exterior. Para abertura da conta é preciso informar-se sobre a documentação necessária para abrir uma conta na instituição escolhida. Quanto aos recursos é preciso certificar-se de ter o valor mínimo aceito pela instituição para montar uma carteira diversificada. O investidor deverá procurar o seu banco no Brasil para se informar a respeito da transferência dos recursos para o exterior. Muita atenção pois as taxas são altas. É muito importante destinar recursos com disponibilidades para aplicação de longo prazo. Para investir em um mercado desconhecido, busque antes orientação de profissionais especialistas e altamente qualificados. A aplicações no exterior tem que ser declaradas no ajuste anual do IR, e tem que recolher imposto sobre o ganho de capital. A melhor forma de reduzir riscos é diversificar as aplicações.

 

By | 2017-10-10T18:20:59+00:00 outubro 10th, 2017|Categories: Aplicação Financeira|0 Comments

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