Tabela regressiva de I.R sobre aplicação financeira

Como é cobrado o imposto de renda das aplicações financeiras em títulos de renda fixa?

Ativos de renda fixa como CDBs, Títulos Públicos, Debêntures, LCs etc. têm o IR retido na fonte pela instituição intermediária. Ou seja, ao solicitar o resgate ou receber pagamentos periódicos de cupons de juros, o cliente já recebe o valor líquido de imposto. A alíquota devida é determinada pela tabela regressiva do imposto de renda, que varia conforme o prazo do investimento:

Imposto de Renda:

Rendimentos de aplicações financeiras realizadas por Pessoas Físicas ou Pessoas Jurídicas são tributados de acordo com a tabela de alíquotas regressivas, a depender do prazo pelo qual o investidor permaneceu na aplicação:

Tabela Regressiva do I.R (Imposto de Renda), sobre as aplicações financeiras.

De acordo com normas vigentes, o imposto de de renda sobre aplicação financeira é cobrado de acordo com a apresentação a baixo.

  • Até 6 meses – 22,50%

  • 6 a 12 meses – 20,00%

  • 12 a 24 meses – 17,50%

  • a cima de 24 meses – 15,00% 

Imposto sobre Operações Financeiras – IOF:

A alíquota aplicável a aplicações financeiras em títulos de Renda Fixa sejam elas realizadas por Pessoa Física ou Pessoa Jurídica, mediante solicitação de resgate com prazo inferior a 30 dias, é de 1% ao dia, limitado ao rendimento oriundo da operação, em função do prazo, conforme tabela a seguir:

AÇÕES

Quanto á tributação na compra e venda de ações, as regras são diferentes dos demais investimentos. No Day Trade, (Compra e venda de ações no mesmo dia) o IR é de 20%. Já no Swing Trade (Compra e venda em dias diferentes), Até R$20.000,00 em vendas no mês é isento de I.R, a partir deste valor tem incidência de 15% sobre o ganho.

O fato gerador do imposto de renda (IR) é a apuração de lucro na venda das ações. Enquanto o investidor não as vende, o IR não é devido.  A alíquota do IR é de 15% sobre o lucro. Em operações de compra e venda no mesmo dia, a alíquota sobe para 20%.

Rendimentos mensais menores ou iguais a R$ 20 mil estão isentos do Imposto de Renda. Tributação da renda variável é de 15%

Quem investe no mercado de ações deve informar corretamente os ganhos de capital, ou eventuais perdas, ao Leão. Caso contrário, pode ficar preso na malha fina da Receita Federal.

Mesmo isentos, estes ganhos devem ser informados na declaração de ajuste anual, na ficha Rendimentos Isentos e Não Tributáveis. “O contribuinte precisa informar a diferença entre o custo de aquisição e o valor da venda, que configura o ganho de capital”.

Já as despesas do investidor com corretagem, taxas ou outros custos para a compra e venda das ações podem ser somadas ao custo de aquisição das ações, reduzindo assim o valor do ganho de capital na declaração.

Todas as operações feitas em bolsas de valores, de mercadorias, futuros e assemelhadas sofrem incidência do Imposto de Renda na fonte, com alíquota de 0,005%.

PERDA DE CAPITAL

Quando houve prejuízos mensais, em vez de ganho de capital, é preciso informar a quantia como resultado negativo no demonstrativo de Renda Variável, colocando um sinal de menos antes do valor.

By | 2017-04-20T00:41:10+00:00 abril 20th, 2017|Categories: Aplicação Financeira|0 Comments

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